Colocar a mão sobre o meu peito e desejar que, com ela pudesse escutá-lo, não falo do batimento cardíaco porque isso não nos traduz o que temos lá dentro, mostra-nos apenas que continuamos vivos, que respiramos. Mas queria escutá-lo, a sério, uma vez na vida, ao coração, a esse senhor que se acha dono do nosso corpo e mente.
Mas hoje, precisava mesmo muito de o fazer, muito. E insisti.
E, por estranho que pareça, pela primeira vez, consegui fazê-lo, ouvi-lo.
Ouvi-te dentro dele.
acha-se e é.
ResponderEliminaresse sinal nao engana ninguem